As especulações sobre o interesse de um xeque árabe pelo Cruzeiro levantam a questão: seria possível vender a Raposa? – Notícias do Cruzeiro

As redes sociais e o mundo do futebol ficaram curiosos e, no caso do torcedor do Cruzeiro, ele sonhou que era verdade sobre um boato de que o príncipe herdeiro da Arábia Saudita e novo dono do Newcastle, Mohammed bin Salman, estaria interessado em comprar a Fox.

A especulação começou quando o diário italiano Libero noticiou que Bin Salman, que controla o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita, teria interesse em aumentar seu portfólio de clubes adquirindo o Inter de Milão, o Olympique de Marseille e um clube brasileiro.

A publicação italiana levantou possíveis equipamentos que poderiam estar no radar de Mohammed bin Salman, dando origem ao nome Fox.

-Há várias entidades no país que estão passando por graves problemas econômicos e podem ser objeto de compra, como é o caso do Cruzeiro- publicou o jornal espanhol As.

A notícia cresceu quando o canal argentino TyC Sports reverberou a possibilidade, deixando os fãs celestiais em tumulto.

-Após sua chegada a Newcastle com um investimento de bilhões de dólares, o príncipe Mohammed bin Salman analisa agora a possibilidade de estender seu controle a outros clubes da Europa e da América do Sul, tendo Brasil e Cruzeiro como principais favoritos- disse o veículo argentino.

+O cruzeiro ainda não pode ser comprado

Como as informações sobre o interesse do príncipe árabe são apenas boatos no momento, as discussões giraram em torno de uma questão: O Cruzeiro pode deixar de ser um clube com estrutura associativa a ser adquirido por uma empresa ou pessoa?
Neste momento, o clube BH continua a ser uma associação desportiva sem fins lucrativos, sem ações, o que impede a sua venda, uma vez que não tem acionistas ou proprietários.

A mudança de rumo poderia ocorrer quando a SAF (Sociedade Anônima do Futebol), aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Bolsonaro, permitisse ao clube vender até 49% de seus imóveis para negociar com um investidor.
A mudança para SAF, esperança da atual liderança de salvar o clube da falência, ainda não foi confirmada pelo Conselho de Administração, que aprovou a ideia, mas não houve procedimento para confirmar a mudança. Portanto, a Fox continua como uma entidade associativa, sem um “dono”.

Com isso, Mohammed bin Salman não teria condições de adquirir o clube mineiro neste momento até que o SAF seja implantado, o que deve acontecer em dezembro, segundo o presidente Sérgio Santos Rodrigues.

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