Atraso total no planejamento: apesar do aborrecimento precoce, o futebol vascaíno chega à sua terceira semana sem cérebro – Notícias do Vasco

Pareceu difícil acontecer, mas aconteceu. O Vasco jogou a toalha no dia 7 de novembro, não teve chances matemáticas de subir no dia 10 e no dia 11 o treinador e diretor executivo deixaram o clube. Faltavam quatro jogos para a final da Série B do Campeonato Brasileiro. Depois de três semanas, a competição acabou e o departamento de futebol ainda é um acéfalo.

O presidente do clube, Jorge Salgado, chegou a dizer, em vídeo a um adepto, que Zé Ricardo esteve perto de ser o novo treinador e Ricardo Gomes de ocupar um cargo de chefia. O ex-técnico do clube entre 2017 e 2018 deve até retornar a São Januário, mas a negociação com a ex-defesa fracassou.

Cruz-Maltino tocou Eduardo Freeland, do Botafogo; Anderson Barros, do Palmeiras, foi muito falado no clube Cruz-Maltino e Alexandre Mattos também foi desejado. Por razões diferentes, nenhum deles foi contratado como próximo chefe do departamento de futebol basco.

Aí o Vasco chega no segundo dia do último mês do ano com um técnico enviado, mas com a folga no comando do portfólio que é o carro-chefe da instituição. Isso significa que Salgado tem que continuar acumulando funções, mas fica difícil tomar decisões fundamentais para planejar a próxima temporada.

Tanto que as únicas saídas confirmadas até o momento já eram conhecidas. Walber e Ernando chegaram a postar o fim de seus respectivos ciclos nas redes sociais. A partida de Andrey também foi de conhecimento público.

+-> Confira a classificação final da Série B do Campeonato Brasileiro

Mas como é que há mais jogadores no final do contrato. E, o mais importante, você tem que fazer uma reforma e isso significa contratações. O Vasco precisa ir ao mercado para se firmar em uma série de posições que ele tem que definir é … o departamento de futebol, há três semanas sem líder.

É óbvio que o principal campeonato basco em 2022 será a Série B, que está a meses de distância. O problema é que os jogadores de que Zé Ricardo provavelmente precisa já podem ser objetivos ou estar acertando os concorrentes.

A demora que já existe faz com que Cruz-Maltino fique para trás em relação às equipes que permaneceram na Segunda Divisão, as que subiram e as que já se apaixonaram por ela. Não foi fácil chegar atrasado no ano que vem depois de me despedir tão cedo do atual. Mas aconteceu. Isso também aconteceu.

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