Corinthians mostra capacidade de reação, mas com problemas antigos – Notícias do Corinthians

No empate de 2 a 2 com o Internacional, no domingo, o Corinthians teve um desempenho melhor do que nos últimos jogos, mas ainda pecou em alguns aspectos que já haviam prejudicado o time recentemente. É verdade que a vitória foi muito apertada, mas o ponto que o Beira-Rio tinha na mala acabou sendo um grande problema dadas as circunstâncias do duelo.

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O primeiro problema que lembra os jogos anteriores é fazer o gol no início da partida, como aconteceu com o São Paulo. Com um início lento e talvez até “off”, o Inter veio com facilidade para o ataque e abriu o placar em uma onda defensiva coletiva. A partir daí, a equipe continuou com enorme dificuldade de construir ofensivamente. A lentidão reapareceu.

Esta mala actuación en la primera etapa no fue nada nuevo, ni siquiera la lentitud en el intercambio de pases, ya que esto se ha vuelto común, incluso en las victorias, como sucedió ante Bahía y Fluminense, que los tres puntos fueron conquistados en la segunda etapa. em uma melhoria de desempenho.

Foi o que aconteceu no Beira-Rio, mas só depois do toque de qualidade e destreza de Gabriel Pereira, que deixou Giuliano com o gol para empatar. Isso acertou o Inter, e o Corinthians teve a capacidade de reagir e aproveitar o momento de giro para dar meia-volta. Róger Guedes sofreu pênalti e Fábio Santos converteu e colocou a equipe à frente no placar.

Pelo comportamento das duas equipes, parecia que o Colorado não ia conseguir reagir e que Timón não teria problemas em segurar o resultado até o apito final. Porém, uma jogada “incontrolável”, segundo Sylvinho, acabou deixando tudo igual. Acontece que, aos 47 minutos do segundo tempo, Gustavo Maia nunca teria tido espaço e tempo para chutar e fazer um golaço. Faltou concentração, combatividade e marcação próxima para evitar.

– O time jogou de cada centímetro contra o Inter, contra o Patrick, Edenílson, Lindoso, Dourado, Moisés, são jogadores fortes, jogamos cada centímetro do campo. Conseguimos um gol no último minuto de um grande chute. Não foi que entraram na nossa área, que dominaram o jogo e criaram dez oportunidades de golo. Não, não, não, não. Um chute de fora da área não tem previsibilidade – analisou Sylvinho em entrevista coletiva após o jogo em Porto Alegre.

O técnico do Corinthians tem razão quando afirma que sua defesa é uma das melhores do Brasileirão por ter sofrido menos gols que a maioria, mas ficou claro que falta mais luta em campo. Bastou um breve período de maior intensidade no segundo tempo para inverter o placar e colocar o Inter “contra a parede”. Esse fator, aliado ao que pode ser oferecido em termos de qualidade individual, é o que faltou à equipe.

Em geral, devido às pressões que Sylvinho está passando, a irregularidade nas atuações, o confronto direto por uma posição na Libertadores e a forma como o jogo foi desenhado na primeira fase, o empate não foi um resultado ruim para o Corinthians, inclusive. depois de quase voltar a São Paulo com uma vitória. Uma nova derrota, novamente jogando mal, seria infinitamente pior.

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